Vítor Afonso
Vítor Afonso
"Claro, concluímos, abrangente significava..." aquilo que queremos que signifique, mesmo que para isso tenhamos de dizer as maiores barbaridades com uma aparência de siriedade que nos põe em perfeito ridículo. E o outro é que sofre de platonismo zarolho? É que temos lido por aí... Somos tão... sei lá... coiso!
É... quando lemos por aí... coiso!
Pedro Silva
As palavras do voto foram claras. Claríssimas. O Povo de Barroso decidiu por larga maioria que Fernando Rodrigues continuasse à frente dos destinos do nosso Concelho.
Ficam, para o Presidente da Autarquia reeleito, os nossos votos de prosperidade para o Concelho. Além do governo do município, também as freguesias escolheram os seus representantes, optando largamente (quase totalmente) por candidatos do PS. Também para as freguesias apresento os mais sinceros votos de progresso e prosperidade. Saúdo o amigo Sebastião de Padroso e desejo que continue a procurar para a aldeia o melhor que souber e puder... Saliento, ainda, a freguesia de Montalegre, que melhor conheço. Para bem de todos, espero que o trabalho do novo executivo seja proveitoso para a comunidade.
Com os resultados verificados, as felicitações vão igualmente para todos os candidatos eleitos para os cargos de comando e para a representatividade que a democracia proporciona. Assim, todos têm o seu lugar, de acordo com a vontade dos votantes. Os candidatos menos votados têm também um papel importante na governação e na definição dos destinos de todo o Concelho, ainda que de forma não tão determinante.
Óbvio é que os representantes do PS assumirão os destinos do Concelho de forma preponderante, neles recaindo também uma maior responsabilidade, que, esperamos, será assumida em benefício da população que os escolheu.
E o PSD...
Os resultados estão à vista. Para bem da democracia e do próprio partido, torna-se urgente efectuar uma avaliação do percurso realizado nos últimos anos, nos últimos momentos eleitorais. Não valerá a pena estar com panos quentes numa situação que precisa de medidas concretas e efectivas. O partido deverá realizar internamente uma análise do percurso efectuado e apurar as responsabilidades em relação aos resultados. Naturalmente, não há responsáveis individuais e Duarte Gonçalves não será, com certeza, o maior desses responsáveis num percurso que culminou numas eleições com resultados desastrosos.
Estas palavras são de alguém que não concorda com muitos dos aspectos de governação que o actual executivo tem assumido, e que irão manter-se, e que gostaria de ver uma alternativa válida, numa opinião partilhada pelo eleitorado, como é natural. A opinião individual não passa disso mesmo e em democracia não vale mais do que uma opinião individual...
Saudações Barrosãs.
Pedro Silva
Lidos os documentos programáticos apresentados pelos principais candidatos à liderança dos destinos do nosso concelho, não consigo evitar algumas palavras breves.
Começo pelo programa da candidatura da Coligação PSD / PP:
É bastante ambicioso, como não poderia deixar de ser... Um novo candidato não poderia apresentar uma velha ambição. Parece-me um programa efectivo e abrangente, em que, apesar de com alguns exageros, consegue perceber-se uma estratégia centrada especialmente nas pessoas.
O programa da candidatura do PS:
Só com muita dificuldade se lhe pode chamar programa... Apresenta um conjunto de ideias velhas e deixa transparecer claramente que já não há muito mais para fazer, apesar de os slogans serem pomposos. Diria mesmo que é um ideário de quem considera que nada precisa de dizer para convencer o eleitorado porque já fez tudo, ou quase tudo, o que havia a fazer, sendo a sua continuidade uma inevitabilidade destinada aprioristicamente.
Se os programas ganhassem eleições, não tenho qualquer dúvida de quem seria o vencedor das próxima eleições autárquicas em Montalegre.
Como as eleições se ganham com outros factores, a candidatura do PS tem atrás de si um conjunto de bandeiras de longos anos de governação e uma habituação comprometida e, por vezes, preocupantemente comprometedora. A candidatura da coligação PSD / PP tem a hercúlea tarefa de fazer passar a sua forte mensagem. A candidatura do PS tem o hábito de falar alto, pelo que a candidatura do PSD / PP não poderá falar apenas bem para ser fazer ouvir.
Saudações Barrosãs.
Pedro Silva
... qualquer semelhança com a realidade dos próximos dias será mera coincidência! Ou talvez não!
Vítor Afonso
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Afinal de contas é tudo uma questão de mundos... ou melhor, de organização... ou melhor ainda, da falta dela!
Nestas sessões, a ADRAT fará um esclarecimento sobre os fundos comunitários disponíveis através do PRODER (Programa de Desenvolvimento Regional).
As candidaturas deverão situar-se entre €5.000,00 e €300.000,00 nas seguintes áreas:
- Apoio à diversificação dos Produtos Agrícolas;
- Apoio a Micro-Empresas;
- Apoio ao Turismo e Lazer;
- Melhoria da qualidade de vida: dirigida a Associativismo e entidades públicas.
Lembro-me de ter escrito aqui sobre o assunto... Mas não estou com muito tempo para estar a procurar no arquivo do blogue...
Em tempos idos, surgiu no Semanário Transmontano a notícia de que o Senhor Presidente da Câmara "abdicava" da ligação à auto-estrada em favor da requalificação da estrada nacional para Braga. Haveria até garantias governamentais...
Em meu entender, este terá sido, como se referiu à época, um erro estratégico incompreensível. Bom, mas o que passou passou e estamos numa realidade distinta, continuando, contudo, sem a "prometida" requalificação, que será sempre -zita, e à espera de uma ligação estrutural que poderia há muito estar efectuada, porque garantida e unilateralmente assumida (a parte que a não assumiu foi Montalegre).
Anuncia-se agora com pompa e circunstância. Terá sido "apenas" um erro de visão estratégica, como outros, uma perspectiva sobre as prioridades de "desenvolvimento" local. Todavia, neste aspecto, como noutras situações, a responsabilidade pelo atraso apenas pode ser imputada à Autarquia, sempre diligente na resolução dos problemas do "seu" concelho.
Entretanto, vamos "abdicando".
Pedro Silva
Vitor Afonso
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Depois do grande sucesso que foi a VI edição do Festival Celtirock, em Vilar de Perdizes, nos dias 8 e 9 de Agosto de 2009, vai realizar-se o XXIII Congresso de Medicina Popular, também em Vilar de Perdizes, entre os dias 3 e 6 de Setembro de 2009.
A figura central deste Congresso de Medicina Popular continua a ser o Pe. Fontes, pároco de Vilar de Perdizes.
Post Scriptum: PROGRAMA
Algumas imagens daquilo que foi a VI edição do Festival CeltiRock, em Vilar de Perdizes:






Objectivos do festival CeltiRock
Os visitantes poderão deliciar-se com a maravilhosa gastronomia barrosã, com as belas envolvências paisagísticas e, ainda, com os afáveis contactos com a população local. Para além da elevada qualidade dos concertos, outro dos momentos altos do espectáculo, já atrás referido, será protagonizado pela declamação do "Esconjuro da Queimada" pelo Pe. Fontes em articulação com a representação teatral do grupo galaico-madrileno Alann-Bique. Posteriormente, os presentes poderão deliciar-se com aquela poção mágica.
Partimos para mais um desafio aliciante e estamos certos que, o Festival atrairá a Vilar de Perdizes um número acrescido de pessoas, que poderão apreciar as prestações de artistas de projecção nacional e internacional.
Ao longo das últimas edições, o Festival CeltiRock conseguiu alcançar um dos lugares de referência como um dos mais importantes festivais de música tradicional/folk/celta a nível nacional, atraindo até às Terras de Barroso, visitantes e músicos oriundos de várias proveniências
Para quem desejar acampar, poderá fazê-lo, gratuitamente, no campo de futebol local. Todos os espectáculos têm entrada livre.
Vítor Afonso
Tabuadela: 20.000€ /Carvalho: 25.000€
- Estas escolas situam-se em aldeias, muitas delas demasiado afastadas da sede do concelho - Montalegre;
- Algumas, caso queiram transformá-las em habitação própria, necessitam de obras profundas ou mesmo de demolição, que implicam uso de verbas avultadas para demolir e, posteriormente, para reconstruir;
- Em plena crise imobiliária e financeira, não é o melhor momento para as colocar à venda;
- As aldeias não possuem atractividade suficiente para captar novos investimentos e novas pessoas;
- Por valores muito próximos compra-se um lote ou um terreno em Montalegre e, como sabem, ainda há muitos à venda.
... é a arte do palco.
E esteve mais uma vez num dos palcos de Montalegre. Pede a justiça que se valorize.
Como apreciador desta arte, considero estas iniciativas passos importantíssimos para a valorização cultural do concelho. Portanto, não deixarei de enunciar o meu agrado pela iniciativa, apesar de a não poder presenciar.
O caminho da arte e da cultura é fundamental para outros caminhos.
Tenho pena que todos os anos não sejam anos eleitorais.
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